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Na área externa, o Six Senses reina tão soberano quanto na face interna, já que além da gigante piscina, o hotel conserva churrasqueiras para eventos de verão

Os seis sentidos do Douro

É fácil gostar. É fácil se apaixonar. É fácil compreender porque a região do Porto, em Portugal, continua entre as queridinhas dos viajantes brasileiros.  A cidade portuguesa, para além do idioma primo, agrega uma série de experiências apreciadas pelo turista cinco estrelas, e isso inclui hotelaria sofisticada, restaurantes com estrelas Michelin e atividades com conceito triple A. Um dos percursos mais tradicionais é a navegação pelo Rio Douro, a bordo de embarcações modernas como as da Feel Douro, com paradas estratégicas em locais obrigatórios, como o restaurante The Yeatman, dono de duas estrelas Michelin, e lugar para aproveitar o menu degustação contemporâneo de 10 pratos assinados pelo chef Ricardo Costa. O restaurante faz parte de um hotel homônimo Relais & Chateaux.

De volta ao rio, com as paisagens das encostas cobertas de vinhedos como testemunhas, o turista degusta queijos da Serra da Estrela – curado à base de leite de ovelha – com geleias, pães e o tradicional vinho do Porto, dono de um adocicado inconfundível. A cada quilômetro vencido, o Rio Douro revela seus componentes mais ilustres, das maiores vinícolas, como a Graham’s, até hotéis que enfatizam as definições de bem estar e sofisticação, caso do Six Senses Douro Valley. Seguindo a filosofia vanguardista de estadia saudável, o hotel se esforça para promover uma reconexão dos hóspedes consigo e com experiências que salientem o equilíbrio natural.

Desta forma, no Six Senses, o turista pode dormir em colchões orgânicos feitos à mão, e optar por atividades inovadoras como subir em árvores e criar os seus próprios produtos de beleza com produtos naturais. O portfólio de passeios é extenso – de canoagem a ciclismo -, contudo, nada se compara às propostas de ioga, com destaque para a Aerial Yoga, Hahta yoga e a Vyniasa Yoga. No restaurante, durante o café da manhã tem-se a ideia de cozinha aberta, com os chefs preparando ali, em tempo real, ovos nos mais diferentes estilos, e numa ampla mesa há cereais, iogurte, frutas frescas e pães.  Para o almoço e jantar não espere lugares comuns, já que combinações deliciosas e modernas fazem parte do cardápio, como o cuscuz de quinoa, a barriga de porco com legumes e um delicioso brûlée de banana.

Na área externa, o Six Senses reina tão soberano quanto na face interna, já que além da gigante piscina, o hotel conserva churrasqueiras para eventos de verão regados a churrasco, e uma respeitável horta que produz todas as ervas aromáticas – erva princípe, lucia-lima, menta, limonete, cidreira, poejo, funcho, salsa, cebolinho – utilizadas na cozinha. Na mesma horta ainda é possível encontrar laranjas, verduras, limões, berinjelas, pepino e alho francês que junto com fornecedores locais garantem a qualidade das produções gastronômicas. A fim de completar as inovações no campo dos sentidos, o Six Senses propõe mini-aulas sobre a arte do vinho, visitas às quintas e piqueniques nos vinhedos.

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